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	<title>Darwiniano &#187; Descobertas</title>
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	<description>Um blog de ciência, com uma pitada de música e um toque de futebol</description>
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		<title>Comer menos, viver mais</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 02:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>

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		<description><![CDATA[Seres humanos são cheios de sonhos. Viver mais e ser magro certamente são dois dos mais populares. Se você compartilha desses sonhos, talvez eu tenha boas notícias.
Não é de hoje que pesquisadores tem demonstrando uma forte ligação entre uma dieta pouco calórica e uma maior expectativa de vida. Camundongos, peixes e até leveduras já passaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seres humanos são cheios de sonhos. Viver mais e ser magro certamente são dois dos mais populares. Se você compartilha desses sonhos, talvez eu tenha boas notícias.</p>
<p>Não é de hoje que pesquisadores tem demonstrando uma forte ligação entre uma dieta pouco calórica e uma maior expectativa de vida. Camundongos, peixes e até leveduras já passaram por experimentos que indicaram essa tendência.</p>
<p>E agora, mais uma pista pra elucidar esse mecanismo surgiu, a partir de pesquisas com um dos popstars dos laboratórios mundo afora, o nematódeo <em>C. elegans</em> (clique <a href="http://shirleywho.files.wordpress.com/2008/09/c-elegans_esa.jpg"><strong>aqui </strong></a>para ver uma foto do verme).</p>
<p>O estudo, publicado online na <strong><a href="http://www.nature.com/">Nature</a></strong>, no dia 24 desse mês, descreve a ação de duas enzimas desse verme que atuam no controle da ingestão alimentar. A atividade dessas moléculas diminui a quantidade de alimento que o <em>C. elegans</em> ingere, mas também estão fortemente relacionadas com a quantidade de dias que o animalzinho vive.</p>
<p>Já se sabia que alterações no gene responsável pela produção de uma das enzimas, o wwp-1, provocavam uma redução na quantidade de dias que o verme vivia. O artigo, produzido por uma equipe do <a href="http://www.salk.edu/"><strong>The Salk Institute for Biological Studies</strong> </a>na California, mostrou que uma outra enzima, a UBC-18, atua em conjunto com a WWP-1 na regulação da ingestão alimentar. Ou seja, quando as duas enzimas estão presentes, o <em>C. elegans </em>come menos e vive mais.</p>
<p>O interessante é que esse caminho metabólico também existe em humanos. É evidente que muitas pesquisas ainda precisam ser feitas pra confirmar a validade do achado pra nossa espécie, mas tudo indica que se fecharmos um pouco a boca, podemos ganhar uns bons meses de vida.</p>
<p>Mas quem, como eu, tem dificuldades em controlar o ímpeto de avançar sobre uma torta de morango ou uma travessa de berinjela à parmegiana, não precisa desanimar. Já se especula que essas pesquisas possam levar à produção de substâncias que enganem esse mecanismo regulatório. Assim, poderíamos evitar as dietas de modelos de passarela e ainda assim conquistar os benefícios de longevidade que essa via metabólica oferece. Saúde!</p>
<p>(Para ler o resumo do artigo, clique <strong><a href="http://www.nature.com/nature/journal/vaop/ncurrent/full/nature08130.html">aqui</a></strong>.)</p>
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		<title>O sexo do lagarto e a Ciência como ela é</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 02:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zoologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais bacanas da Ciência é que ela está constantemente se reinventando. Novas descobertas, novas explicações, a todo momento um grupo de cientistas aparece com informações que podem reforçar ideias ou virar tudo de pernas pro ar. Um exemplo interessante pode ser encontrado na edição de hoje da Current Biology.
Mesmo quem não lembra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas mais bacanas da Ciência é que ela está constantemente se reinventando. Novas descobertas, novas explicações, a todo momento um grupo de cientistas aparece com informações que podem reforçar ideias ou virar tudo de pernas pro ar. Um exemplo interessante pode ser encontrado na edição de hoje da <a href="http://www.cell.com/current-biology/home"><strong>Current Biology</strong></a>.</p>
<p>Mesmo quem não lembra muito bem das aulas de biologia na escola sabe que o sexo é determinado fundamentalmente pelo material genético presente nos cromossomos sexuais. Em várias espécies, incluida aí a nossa, os cromossomos sexuais são de dois tipos, <strong>X</strong> e <strong>Y</strong>. Machos são <strong>XY</strong>, fêmeas são <strong>XX</strong>.</p>
<p>Porém, já se sabia há algum tempo que em algumas espécies de répteis a temperatura ambiente também pode influenciar o sexo dos filhotes. Se em uma determinada etapa do desenvolvimento a temperatura estiver abaixo de um certo ponto crítico, o sexo do filhote é, por exemplo, masculino. Se, ao contrário, a temperatura for mais alta que a do ponto crítico, o filhote será fêmea.</p>
<p>Mas uma equipe de pesquisadores das <a href="http://www.usyd.edu.au/"><strong>Universidades de Sidney</strong></a> e de <a href="http://www.canberra.edu.au/home/"><strong>Canberra</strong> </a>(Australia) descobriu um terceiro fator que pode determinar o sexo dos pequenos répteis: o tamanho do ovo! Pra ser mais exato, a quantidade de gema acumulada no ovo, o que acaba interferindo no tamanho.</p>
<p>A descoberta, por enquanto, se relaciona apenas ao lagarto da espécie <em>Bassiana duperreyi</em>, encontrado no sudeste da Austrália (clique <strong><a href="http://museumvictoria.com.au/pages/1652/image001.jpg">aqui</a></strong> pra ver o bicho). Ovos com mais vitelo (a substância nutritiva que alimenta o embrião dentro do ovo, a popular gema) e, consequentemente, maiores, tendem a gerar lagartos fêmeas, enquanto os ovos menores geram machos.</p>
<p>(Clique <a href="http://www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822(09)01128-2"><strong>aqui </strong></a>para ler o resumo do artigo)</p>
<p>A suspeita é que alguma substância presente no vitelo, provavelmente um hormônio sexual, influencia a determinação sexual. Ao produzir os ovos, a fêmea controlaria a quantidade de vitelo em cada ovo, regulando assim a taxa de machos e fêmeas em cada ninhada.</p>
<p>A chance de se encontrar esse mecanismo em outros répteis é grande. Assim como é sempre grande a chance de termos que reconsiderar tudo que sabíamos até então sobre a natureza. É aí que reside a beleza da Ciência: isso não é motivo de frustração. É motivo pra se renovar.</p>
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		<title>O top ten das espécies descobertas em 2008</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/o-top-ten-das-especies-descobertas.html</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 00:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>

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		<description><![CDATA[O International Institute for Species Exploration, vinculado à Arizona State University, elegeu as 10 descobertas de novas espécies em 2008 que, na visão da comissão julgadora, foram as mais interessantes.
Entre eleitos como um cavalo-marinho minúsculo, uma palmeira que morre após a floração e uma espécie de café sem cafeína,  meu favorito é um peixe placoderme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">O <a href="http://species.asu.edu/"><strong>International Institute for Species Exploration</strong></a>, vinculado à <a href="http://www.asu.edu/"><strong>Arizona State University</strong></a>, elegeu as 10 descobertas de novas espécies em 2008 que, na visão da comissão julgadora, foram as mais interessantes.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">Entre eleitos como um cavalo-marinho minúsculo, uma palmeira que morre após a floração e uma espécie de café sem cafeína,  meu favorito é um peixe placoderme do período Devoniano, o <em>Materpiscis attenboroughi</em>. Os placodermos foram peixes que possuíam parte do corpo recoberta por placas ósseas, formando uma espécie de armadura, e viveram até aproximadamente 360 milhões de anos atrás.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">O fóssil do <em>Masterpiscis</em> tem mais ou menos 380 milhões de anos e é o registro mais antigo até hoje encontrado de um vertebrado vivíparo. É um exemplar raríssimo, bem preservado e (aqui vai uma licença poética de um apaixonado por paleontologia) sensacional! A análise do registro mostra claramente as estruras do feto, a ligação deste com a mãe e a evidência que ela estava prestes a dar a luz.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 379px"><a href="http://oficina.cienciaviva.pt/~pw011/noticias/noticias_2008/eastmanosteus.fossil.completo.coppy.jpg"><img title="placoderma" src="http://oficina.cienciaviva.pt/~pw011/noticias/noticias_2008/eastmanosteus.fossil.completo.coppy.jpg" alt="O fóssil do &lt;i&gt;Materpiscis attenboroughi&lt;/i&gt;. Os ossos do feto estão em verde. " width="369" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">O fóssil do Materpiscis attenboroughi. Os ossos do feto estão em verde. </p></div>
<p>Você pode ver as fotos dos outros nove eleitos clicando <strong><a href="http://species.asu.edu/Top10">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Corais resistentes à elevação da temperatura</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/corais-resistentes-a-elevacao-da-temperatura.html</link>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 14:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[Zoologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os corais estão entre os organismos mais ameaçados pelas alterações climáticas. A elevação das temperaturas nos oceanos provoca o fenômeno do embranquecimento dos corais (coral bleaching). Isso ocorre porque as algas simbiontes que se alojam no interior desses animais são muito sensíveis às variações de temperatura.
A relação entre essas algas microscópicas e os corais é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os corais estão entre os organismos mais ameaçados pelas alterações climáticas. A elevação das temperaturas nos oceanos provoca o fenômeno do embranquecimento dos corais (<em>coral bleaching</em>). Isso ocorre porque as algas simbiontes que se alojam no interior desses animais são muito sensíveis às variações de temperatura.</p>
<p>A relação entre essas algas microscópicas e os corais é vantajosa para ambos. A proteção oferecida pelos corais às algas é retribuída com o fornecimento de nutrientes. Além disso, é a presença das algas no interior dos corais que confere a coloração típica das colônias. Com o aumento da temperatura, as algas param de realizar fotossíntese e são eliminadas pelos corais que, consequentemente, embranquecem e morrem.</p>
<p>Mas uma equipe de cientistas da <a href="http://www.stanford.edu/">Stanford University </a>descobriu que algumas espécies de coral são mais resistentes às variações de temperatura. Essa resistência se deve a duas estratégias: ou os corais se associam normalmente a variedades de algas mais resistentes a temperaturas mais altas, ou expulsam as algas mais sensíveis e as substituem pelas mais resistentes.</p>
<p>A pesquisa traz otimismo, afinal o embranquecimento e morte dos corais tem impacto ambiental e econômico muito grande. Os recifes de coral formam a base de inúmeras comunidades aquáticas, que se servem desse ecossistema para conseguir abrigo e alimentação. Os setores de pesca e turismo são alguns dos mais prejudicados pelo fenômeno. A existência dessas espécies resistentes pode fornecer uma sobrevida a esses ecossistemas, caso as previsões de aumento da temperatura global se confirmem.</p>
<p>Clique <a href="http://www.int-res.com/abstracts/meps/v378/p93-103/">aqui </a>para ler o resumo do artigo, e <a href="http://ciencia.hsw.uol.com.br/barreira-de-corais.htm">aqui</a> para conhecer mais sobre os recifes de coral.</p>
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		<title>Elo perdido?</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/elo-perdido.html</link>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 16:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paleontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não havia sequer cogitado comentar a notícia, mas a dica de um camarada me fez rever a posição.
Tá lá no Google, na página inicial. As letras que formam o nome do sistema de buscas formando uma figura que faz referência à descoberta do Darwinius masillae, um fóssil com características muito semelhantes à dos lêmures.
(Clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não havia sequer cogitado comentar a notícia, mas a dica de um camarada me fez rever a posição.</p>
<p>Tá lá no <a href="http://www.google.com"><strong>Google</strong></a>, na página inicial. As letras que formam o nome do sistema de buscas formando uma figura que faz referência à descoberta do <em>Darwinius masillae</em>, um fóssil com características muito semelhantes à dos lêmures.</p>
<p>(Clique <a href="http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0005723"><strong>aqui </strong></a>para ver fotos do fóssil e o artigo científico que o descreve)</p>
<p>Os responsáveis pelas aberturas estilizadas do Google certamente entraram na onda midiática que tem tratado o <em>D. masillae</em> como  o &#8220;elo perdido&#8221;. Esse conceito, desconstruído há décadas pela comunidade científica,  refere-se a um hipotético fóssil que demonstraria a ligação evolutiva entre o ser humano e primatas ditos &#8220;inferiores&#8221;.</p>
<p>O alarde da descoberta se deve, provavelmente, ao cientista que liderou a análise do fóssil do <em>D. masillae, </em><strong>Jorn Hurum</strong>,  ao afirmar que &#8220;ele é o primeiro elo com todos os humanos, o que chega mais perto de ser um ancestral direto&#8221;.</p>
<p>Pronto. Foi o suficiente pra que a imprensa fizesse um escândalo, afirmando que o tal &#8220;elo perdido&#8221; entre seres humanos e primatas &#8220;inferiores&#8221; poderia ter sido encontrado.</p>
<p>É surpreendente que ainda hoje possa se encontrar esse tipo de manchete nos veículos de comunicação. A linhagem humana é muito mais complexa do que os primeiros evolucionistas poderiam prever. A comunidade científica sabe há muito tempo que a lenda do &#8220;homem vindo do macaco&#8221; é uma falácia.</p>
<p>Aliás, nem mesmo o fóssil em questão, apelidado de Ida, poderia ser um bom candidato a &#8220;elo perdido&#8221;. Suas características mostram algumas semelhanças com humanos e outros primatas, como um polegar posicionado de forma a permitir a apreensão de objetos. Mas é muito pouco para situá-lo como um ancestral direto. Para <strong>Henry Gee</strong>, editor da <a href="http://www.nature.com">Nature</a>, &#8220;o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes, como os dinossauros com penas.&#8221;</p>
<p>Se os veículos de comunicação querem tanto falar em &#8220;elos perdidos&#8221;, sugiro que comentem a versão para cinema do clássico seriado de TV <strong>Land of the Lost</strong>, que vai ser lançado em breve, e tem o grande <strong>Will Ferrell</strong>. Pelo menos é mais divertido.</p>
<p><img class="alignnone" title="Will" src="http://www.iwatchstuff.com/2008/08/26/land-of-the-lost-enik.jpg" alt="" width="315" height="396" /></p>
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		<title>O veneno do dragão</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/o-veneno-do-dragao.html</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 19:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Darwinista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zoologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala no dragão-de-komodo (Varanus komodoensis), a primeira informação que a memória puxa é a forma como esses grandes lagartos indonésios abatem suas presas: mordidas poderosas com uma boca contaminada por bactérias que levam a futura refeição a um estado de choque. Mas essa história fascinante está sendo desmentida por uma pesquisa publicada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 382px"><img title="Komodo" src="http://www.morguefile.com/data/imageData/public/files/m/mike/preview/fldr_2003_09_28/file000547333771.jpg" alt="Dragão-de-komodo" width="372" height="279" /><p class="wp-caption-text">Dragão-de-komodo, o maior de todos os lagartos </p></div>
<p>Quando se fala no <strong>dragão-de-komodo </strong>(<em>Varanus komodoensis)</em>, a primeira informação que a memória puxa é a forma como esses grandes lagartos indonésios abatem suas presas: mordidas poderosas com uma boca contaminada por bactérias que levam a futura refeição a um estado de choque. Mas essa história fascinante está sendo desmentida por uma pesquisa publicada na <a href="http://www.pnas.org/">Proceedings of the National Academy of Science </a>desse mês.</p>
<p>Os autores do artigo descobriram que os dragões-de-komodo possuem glândulas de veneno na boca, e acreditam que essa seja a verdadeira causa da morte das presas. O veneno, após analisado, demonstrou ter efeito anticoagulante e hipertensivo, provocando grande perda de sangue.</p>
<p>O dragão-de-komodo é agora o terceiro lagarto venenoso conhecido, juntando-se ao restrito grupo formado pelo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gila_monster">monstro-de-gila </a>(<em>Heloderma suspectum</em>) e o <a href="http://animaldiversity.ummz.umich.edu/site/accounts/information/Heloderma_horridum.html">lagarto-escorpião </a>(<em>Heloderma horridum</em>), ambos encontrados na América do Norte.</p>
<p><strong>Clique <a href="http://www.pnas.org/content/early/2009/05/15/0810883106.full.pdf+html?sid=3edeaf86-b9c3-476c-923f-f0c4d8f9e373">aqui </a>para ler o artigo completo.</strong></p>
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