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	<title>Comentários sobre: Empurrando com a barriga</title>
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	<description>Um blog de ciência, com uma pitada de música e um toque de futebol</description>
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		<title>Por: Luiz</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/empurrando-com-a-barriga.html/comment-page-1#comment-32200</link>
		<dc:creator>Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:16:20 +0000</pubDate>
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		<description>Vejam que site legal:

http://www.breathingearth.net/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejam que site legal:</p>
<p><a href="http://www.breathingearth.net/" rel="nofollow">http://www.breathingearth.net/</a></p>
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		<title>Por: Anrafel</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/empurrando-com-a-barriga.html/comment-page-1#comment-32192</link>
		<dc:creator>Anrafel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 05:01:16 +0000</pubDate>
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		<description>Os Estados Unidos anunciaram uma meta de 17%. Isso  já representa grande avanço em relação a Kyoto. Isso deve mudar em alguma coisa o contexto político. A proposta brasileira (40%) tem na redução em 80% do desmatamento da Amazônia uma participação de 20%. O prazo é para 2020 e Dilma enfatizou que isso se dará através de &quot;ações voluntárias e mensuráveis visando um crescimento anual do PIB de entre 4 e 6%&quot;. Ou seja, se a meta é ambiciosa (o que em si já justifica o seu descumprimento) o crescimento do PIB não é nenhuma Brastemp chinesa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos anunciaram uma meta de 17%. Isso  já representa grande avanço em relação a Kyoto. Isso deve mudar em alguma coisa o contexto político. A proposta brasileira (40%) tem na redução em 80% do desmatamento da Amazônia uma participação de 20%. O prazo é para 2020 e Dilma enfatizou que isso se dará através de &#8220;ações voluntárias e mensuráveis visando um crescimento anual do PIB de entre 4 e 6%&#8221;. Ou seja, se a meta é ambiciosa (o que em si já justifica o seu descumprimento) o crescimento do PIB não é nenhuma Brastemp chinesa.</p>
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		<title>Por: Anrafel</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/empurrando-com-a-barriga.html/comment-page-1#comment-32181</link>
		<dc:creator>Anrafel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:14:20 +0000</pubDate>
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		<description>Jogada política ou não, o contexto é esse. Metas ambiciosas trazem em si a justificativa para não cumpri-las. Independente de um suposto autoritarismo de Dilma ou da capacidade de Lula dizer uma coisa e fazer outra, a verdade é que no governo é hegemônica a posição de que o ambientalismo não pode frear o processo de desenvolvimento que já foi freado pela crise financeira. O episódio da demora na liberação do relatório ambiental na construção das hidrelétricas é emblemático nessa queda-de-braço. Os governos dos países emergentes têm a concepção de que se os desenvolvidos pintaram o sete ambientalísticamente, beneficiados pela quase inexistência do movimento, eles, mesmo sofrendo pressões de todo lado, têm o direito de queimar alguma gordura (se é que ainda existe essa gordura). A luta não é só entre correntes científicas. Alguns países acham que podem chegar perto de outros e não vêem métodos parecidos com os já utilizados, com as limitações e aperfeiçoamentos decorrentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jogada política ou não, o contexto é esse. Metas ambiciosas trazem em si a justificativa para não cumpri-las. Independente de um suposto autoritarismo de Dilma ou da capacidade de Lula dizer uma coisa e fazer outra, a verdade é que no governo é hegemônica a posição de que o ambientalismo não pode frear o processo de desenvolvimento que já foi freado pela crise financeira. O episódio da demora na liberação do relatório ambiental na construção das hidrelétricas é emblemático nessa queda-de-braço. Os governos dos países emergentes têm a concepção de que se os desenvolvidos pintaram o sete ambientalísticamente, beneficiados pela quase inexistência do movimento, eles, mesmo sofrendo pressões de todo lado, têm o direito de queimar alguma gordura (se é que ainda existe essa gordura). A luta não é só entre correntes científicas. Alguns países acham que podem chegar perto de outros e não vêem métodos parecidos com os já utilizados, com as limitações e aperfeiçoamentos decorrentes.</p>
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		<title>Por: Nat</title>
		<link>http://darwiniano.com.br/empurrando-com-a-barriga.html/comment-page-1#comment-32154</link>
		<dc:creator>Nat</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:18:30 +0000</pubDate>
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		<description>Darw, vc já tinha comentado que a Dilma estava querendo frear a nossa meta de 40% de redução da emissão do CO2. No entanto, a meta apresentada pelo Brasil continuou ambiciosa, em torno desses mesmos 40%. 

Já no anúncio dos EUA, de não proporem uma meta, o próprio governo reconheceu que estava decepcionado mas não surpreso com a decisão dos EUA e China de não anunciarem metas para a redução de CO2.

Eu te pergunto, foi uma jogada política, no sentido de que se os EUA e China não anunciaram metas (o que já era do nosso conhecimento) os acordos não servirão pra nada e o Brasil poderá nem tentar chegar perto dos 40%, mantendo o desenvolvimento e ainda assim posando de bons moços pro exterior, ou ainda haverá um documento sério que sairá dessa COP 15, impossibilitando o Brasil de descumprir vergonhosamente o plano?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Darw, vc já tinha comentado que a Dilma estava querendo frear a nossa meta de 40% de redução da emissão do CO2. No entanto, a meta apresentada pelo Brasil continuou ambiciosa, em torno desses mesmos 40%. </p>
<p>Já no anúncio dos EUA, de não proporem uma meta, o próprio governo reconheceu que estava decepcionado mas não surpreso com a decisão dos EUA e China de não anunciarem metas para a redução de CO2.</p>
<p>Eu te pergunto, foi uma jogada política, no sentido de que se os EUA e China não anunciaram metas (o que já era do nosso conhecimento) os acordos não servirão pra nada e o Brasil poderá nem tentar chegar perto dos 40%, mantendo o desenvolvimento e ainda assim posando de bons moços pro exterior, ou ainda haverá um documento sério que sairá dessa COP 15, impossibilitando o Brasil de descumprir vergonhosamente o plano?</p>
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